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Arquivo de categoria Aplicabilidade

Poradriana

A indústria do sexo

Esse sábado foi bem diferente e divertido!

Pensei em acordar apenas após às 12h, mas não consegui. Levantei da cama às 7h da manhã, com muito cansaço de uma viagem de 14 horas durante toda minha sexta anterior (sai do hotel às 7h e cheguei em casa 23h).
Alguma coisa nesse sábado tinha que compensar, certo?
Ainda sou filha de Deus!

E ele me deu muito divertimento… minha afilhada (serei madrinha do casamento dela) irá casar dia 6 de abril e hoje teve o chá de lingerie.

Não foi como alguns outros que já fui. Não foi em nenhum salão de festa com algumas comidinhas e brincadeiras bobinhas.

Esse foi mais profissional (sim, existem empresas que fazem esses serviços)!

Fomos em um local fechado, que vende ceroulas femininas (neste caso são roupas íntimas femininas, mas para mim, tudo e qualquer tipo de roupa leva o nome de ceroulas), que tem diversos itens de sexy shop, que tem uma sexóloga e um quarto do Christian Grey (do Cinquenta tons de cinza) para provar sensações (na verdade é a forma de demonstrar os produtos e vender mais – as donas são espertas).

Logo que chegávamos tinhamos que pagar a lingerie comprada de presente pra noiva (que já havíamos escolhido por whats).
Ficamos um tempo no espaço apenas conversando e não fazendo nada…
Até que a sexóloga explicou coisas sobre sexo, ensinou posições, fez muita piada e tentou vender todo e qualquer produtinho para a mulherada. 

Eu não vou ficar entrando em detalhes, mas em absolutamente TUDO que fizemos, consegui ver aplicações de estatística!

Bom, como um retail qualquer, essa empresa tem diversos desafios. E só de entrar na loja e ver uma das funcionárias procurando uma peça e dizendo “não tenho desse tamanho”, já me fez imaginar aplicações.

Não ter o produto, que uma cliente quer, é puro prejuízo. Ter produtos que ninguém quer, também é puro prejuízo. Ter estoque muito grande significa dinheiro parado (= prejuízo).
E quem gosta de prejuízo?

Como podemos minimizar esse nome feio (prejuízo)?

Só nesse momento já consegui imaginar um ecossistema de análises:

  • previsão de demanda
  • otimização de estoque

Estes dois tópicos exigem MUITO TRABALHO e muitos dados, no entanto, melhora muito a produtividade e lucratividade de qualquer retail!

A grande dificuldade, neste “pseudo sexy shop“, seriam os dados! Não creio que uma empresa daquele porte tenha um banco de dados de qualidade… e é ai que vejo limites de aplicação.
Infelizmente, sem dados, a gente não brinca!

Fiquei pensando em outras coisas também… previsão de demanda para itens da moda é mega dificil (são produtos que vivem pouco tempo, porque são de temporadas… logo, como modelar sem dados passados?).
E aí que vejo a criatividade do ser humano explodir! Nem tudo na vida real vai seguir o que a estatística realmente necessita para ser realizada de forma adequada. Em alguns casos, a criatividade do ser humano terá que fazer alguns ajustes para que a ciência possa trabalhar corretamente. Sei lá, que tal pegar um produto similar, que foi comercializado no período anterior e assumir a venda dele como o histórico desse novo produto? (claro que isso não fui eu que inventei… isso é uma prática de mercado…)

Lá na loja existiam vibradores, cremes, lubrificantes, ovos que fazem milagres…. como gerir itens que as pessoas não assumem que consomem?
Olhando analíticamente, o fato de não assumirem não afeta, dado que o histórico de vendas estaria disponível nas lojas que vendem… o que dificulta aqui, são as ações de marketing que não podem ser quaisquer (e que neste caso, os dados podem ser prejudicados pelos tabus do ser humano).

Fiquei bem curiosa para ver a série histórica de venda dos vibradores ou do marshmallow (coloquei o link só para ver quantos cliques terão, sendo assim, não ferre meus dados… se ficou curioso, clica… eu não sei quem é você… só quero volumes! huahuahuahua).

Enfim, seja na indústria do sexo ou em qualquer outro negócio, a estatística pode te orientar em tudo!!!

Logo, afirmo novamente: estatística é vida!
beijos,

Dri


Quero fazer um comentário em paralelo, uma opinião sincera e que muitos irão me julgar, mas… eu só me ferro nessas brincadeiras!
Agora ta na moda inventarem mil coisas pré alguns momentos…. tipo chá de lingerie, chá de panela, open house, despedida de solteiro, chá de fralda,…
Hoje em dia as pessoas tomam decisões importantes e os amigos que financiam!!! HUAUHAHUA
Eu sou a única que me fodo… não sou casada, nem namorado eu tenho (logo já perdi boa parte desses chás) e quando vim morar sozinha, fiz o tal open house, mas ninguém me deu porra nenhuma (para não dizer nada, eu ganhei um kit caipirinha e 3 pingas) huahuahua.
Não vejo vantagem nessas coisas… (muita gente deve ficar brava com meu pensamento.. mas a verdade é que eu fico revoltada!! No entanto, estou presente m todos, pago e do presente em todos…).
Mas também… se um dia eu casar… meus amigos estão ferrados… VOU FAZER TODOS E INVENTAR MAIS ALGUNS, VOCÊS VÃO VER!!

Poradriana

O mundo dos cimentos e a estatística

Hoje foi um dia que cuidei de mim… descansei e fiquei aqui trabalhando pro meu querido e sonhado sonho!

Há muitos anos estava eu em um curso mega foda que fiz e o professor me perguntou, na frente de todos, meio que de surpresa: “Qual sua missão na terra?”

E, nem eu esperava isso, respondi de imediato sem gaguejar ou pensar: “Mostrar pro mundo que estatística é vida, é fácil e super útil”.

Ele aproveitou minha resposta para continuar a aula e eu fiquei bem reflexiva… “caraca, nunca tinha pensado nisso e saiu tão espontâneo…”. Não foi uma novidade para mim, mas naquele momento realmente notei que tenho que contribuir para o mundo, utilizando meu propósito como estímulo. Foi nele que sempre me apoiei para produzir.

Para mim é uma delicia falar, até ficaria dias aqui escrevendo, mas não é essa a proposta desse post.

O que queria dizer é que eu amo tanto meu trabalho, que respiro isso todo o tempo, sem parar… onde quer que eu esteja.

Não sei se você já viu bastante coisa sobre mim, mas eu sou careca! Huahuahua Não careca, careca, mas sim, eu sou quase careca! (confusa, né? Careca e dramática, eu diria). Se você reparar em meus vídeos mais antigos, notará que meu cabelo mudou para os vídeos mais atuais (além do shape também… outro dia posso até postar sobre isso…). Mudou por quê?

Porque eu coloquei uma PERUCA! Huauhauha no linguajar da galera do mercado, eu coloquei Mega Hair. Fiz isso com uma galera mega expert no tema.

Ajustando a peruca…

Eu estava tão triste por ter pouquíssimo cabelo, que fui até ao Rio de Janeiro atrás desses caras para poder colocar minha lindíssima peruca! Eu só fui, porque eles haviam me dito que abririam um salão aqui em São Paulo… então as manutenções poderiam ser feitas em SP.

E foi isso que eles fizeram! Cumpriram a promessa e abriram um salão aqui em SP, na real lá em AplhaVille (longe demais, diga-se de passagem), mas quando cheguei lá… o salão ainda não estava pronto! BÉÉÉÉÉ (imagina aquela campainha super alta)… a reforma estava atrasada!!!!

Quando cheguei, lembrei da frase de um cara (William Gibson) que eu acho foda: “The future is already here — it’s just not very evenly distributed.” (traduzindo…. “O futuro já está aqui – simplesmente não é distribuído de forma uniforme.”).

Essa frase me faz refletir que muito das coisas não serem bem estimadas, é porque as pessoas não pensam analiticamente e não são capazes de aprender com o que já aconteceu…

Responda-me uma pergunta: Quem, acima dos 30 anos, nunca ouviu que uma obra está atrasada?

Caraca, será que alguma consegue ser realizada sem atraso?

Se “o futuro” (como o William Gibson chama a parte de algorítmos) já é presente… porque os pedreiros não nos dão uma visão real do tempo de obra? Os problemas são os mesmos, sempre! Logo, tudo isso pode ser estimado por um algorítmo!

Imagine que incrivel poder criar um algorítmo, baseado em obras já realizadas, que estime o tempo REAL de execução da mesma?

“Como assim, Adriana Maria?”

Uai, se os pedreiros (ou a empresa que eles trabalham) pegassem dados de obras passadas e o tempo real de execução que foi necessário, podemos tentar modelar isso, para criar estimativas reais sobre o tempo da obra!

Penso em dados como: número de metros quadrados a serem reformados, tipo de reforma (os pedreiros devem ter as classificações deles certinhas – eles sentem o tipo de trabalho, Em uma conversa com eles, poderíamos ter muitos insumos para o modelo), número de tarefas, tipo de tarefas, número de operários, se tem compra de produtos, quais produtos, tempo de entrega dos mesmos… sei lá… poderíamos tentar criar milhões de variáveis e no final teríamos a variável resposta que será o número de dias para a realização da obra!

“Dri, será que esse é o melhor formato?”

Honestamente eu não sei, sem ter os dados (se é que eles existem) eu não consigo ter uma visão completa… mas creio que outros tipos de análises também podem ser desempenhadas.

O meu foco aqui, era mostrar que, novamente, estatística é vida e pode ser aplicada até no mundo dos pedreiros… pena que tudo isso ainda não é dristribuído de forma uniforme, como o próprio William Gibson descreveu…

Beijos, vou curtir minha peruca ajustada aqui! =]

Dri

Poradriana

As experências que nos ensinam

Bom, eu não gosto de dizer isso (porque ser humano é foda), mas eu sou bem rodada! Huahuuha

“Que isso, Dri, tá maluca?”

Não, mano… eu sou rodada mesmo… já trabalhei em consultoria e cada dia estou falando com um cliente diferente… tenho alunos que trabalham em negócios diferentes e consequentemente escuto tudo que é tipo de história… o que me enriquece muito e me permite tornar as minhas aulas ainda mais interessantes….

Se liga, eu vou contar uma história real aqui, mas sem citar nenhum nome (não seria nada ético da minha parte, certo?… eu tenho que ser tipo psicóloga… escuto tudo, tento fazer algo, mas nunca vou contar pra ninguém… fico apenas com o contexto da história para ajudar outras pessoas… como uma orientação, manja?). Então para não existir quebra de confiança, nunca nennhum nome será citado, a não ser o que for permitido!

Enfim, chega de blá blá blá… o que queria compartilhar com vocês foi uma experiência mega frustrada de implementação de modelo.

Uma empresa super grande fazia seus modelos com todo capricho e cuidados necessários… até que a moda chegou à tona e TCHARAAAAM (música alta em nossos ouvidos)… criaram uma área de Data Science, o famoso LAB Data, ou Data LAB, contrataram uma galera e começaram a executar.

“Que animal, Dri, qual problema nisso?”

Nenhum… é demais mesmo, mas o problema foi a falta de comunicação! Essa galera começou a trabalhar como se fosse o Kaggle (manja aquele site de desafios na ciência de dados?) e não se importou em entender as variáveis… saiu tacando-lhe pau e fez um algorítmo que competia com o mesmo que a galera anterior já fazia… e o que aconteceu? Eles tiveram resultados muito melhores!

“Caraca, Dri, do que você está reclamando, então?”

Vou continuar contando… Sim, fizeram um modelo que APARENTEMENTE era MUITO melhor pela métrica de comparação KS. E a empresa, super tarada por melhores resultados, viu que aquele encremento de melhoria no KS, geraria melhores retornos financeiros e nem questionou.. “vamos trocar essa porcaria anterior pelo novo dos caras novos, que chegaram aqui há 1 mês e já fazem melhor que o povo de anos…”.

Modelo foi pra rua… e como era um modelo com foco em retenção, levou 1 mês para medirem o resultado… e TCHARAAAAM (música alta, bem mais alta agora, em nossos ouvidos)… o que aconteceu?

MERDAAAAA… O MAMUTE VIROU MERDAAAA!!! (já viu esse vídeo? Hauahuahuahua – quer aprender a voar com quem?)

Triste né?

“Mas por quêêê?”

Podemos notar alguns pontos:

– Falta de interação com negócio

– Falta de entendimento dos dados disponíveis

– Variáveis vazadas (aquelas que já contém a informação da resposta!)

– Falta de teste de performance

– Falta de controle da estabilidade do modelo (pelo que me contaram, o modelo mudava drasticamente de performance no decorrrer dos meses…)

– Ansiedade

– Pressa

– Orgulho

Então, precisa de mais?

Caraca, não dá pra fazer milagre! O mais importante sempre é ser consistente!

Pense nisso…

Beeijos,

Dri

Poradriana

Um dia de viagem…

Sem dúvida viver é muito interessante! 

Hoje eu tinha um voo para Istambul às 5h15 da manhã. Como previsto, cheguei ao aeroporto com 2 horas de antecedência, mas o que foi que aconteceu?

O não esperado super atraso do voo (nunca viaje comigo, você sempre terá surpresas!). Notei que havia algo estranho… pois todo mundo passava pelo guichê do check-in e saia com as malas, (“What a fuck is it?”) mas como eu estava com sono, segui dormindo em pé sem me preocupar.

Ao chegar minha vez, a primeira frase dita pela Elaine foi: “Já foi avisada sobre o atraso?”, “Não, o que houve?”, “O voo está com 8 horas de atraso. A previsão é sair às 12h. Estamos mandando todos para um hotel e às 7h30 vocês voltam para o aeroporto.”, “Ok, vou poder dormir, tudo bem. Qual foi o motivo do atraso?”, “Há épocas que existem muitas aves e, parece que o avião colidiu. Sendo necessária manutenção da aeronave, motivo do atraso. Ela será reparada, irá para Argentina e depois retornará para cá, para levá-los à Istambul!”, “Nossa, ela ainda vai para Argentina? Por quê?”, “Rota normal, ela irá manter seu destino”.

Bom, eu não tenho o foco de desabafar minha peregrinação para chegar ao meu destino, mas quero explicar o meu pensar analítico.

Durante essa pequena conversa, eu imaginei várias coisas que poderia fazer para ajudar a companhia aérea.
Reparem na frase “Há épocas que existem muitas aves e parece que o avião colidiu….”, depois dessa você não sentiu algo aí dentro? O meu coração já gritou… “se um ser humano já notou um padrão, imagina o que um algorítmo não poderia fazer!!!!”
Em apenas uma conversa foi possível notar uma aplicação (neste post vou focar apenas nesta, no entanto, consegui imaginar muitas outras, mas muitas mesmo… vou compartilhando em outros posts). Você pegaram a ideia?
Por que não fazer um modelo, que estima quando uma aeronave parará para intervenção?!?!!? Agora vamos criar variáveis a partir dessa pequena conversa.

Imagino que todo avião tem uma data de nascimento, tem uma rota (fixa ou não, mas imagino que aviões desse nível/tamanho sejam rotas fixas, como ela mesma disse), tem o número de passageiros para cada viagem, tem o peso carregado, tem o controle das peças em cada viagem, tem sensores que coletam dados sobre temperatura e ações externas, tem as datas de viagens e climas enfrentados…. bom, imagino que em torno de um avião existam TRILHÕES de dados.
Também imagino que existam informações sobre todas as intervenções (como a que este avião passou hoje – sim, eu estou nele) e seus respectivos motivos!

Eurekaaaaa!!! Porra, tem tudo… estrutura isso aí, cria uma base dados com o seguinte objetivo: Modelar a chance de uma aeronave necessitar de uma intervenção antes de cada decolagem planejada! Eu fico feliz com isso… imagina só as consequências: Aeronave pousa, modelo é aplicado com as variáveis independentes atualizadas daquele momento e uma estimativa é gerada classificando a probablidade do avião ter que passar por intervenção.Sem dúvida existe o risco que a cia aérea deve estudar para tomar uma decisão… mas fique tranquilo… essa análise pode ser feita com o histórico dos dados de intervenções e medir o retorno disso!
Sabendo do problema algumas horas antes, os funcionários da empresa aérea poderiam ligar para os passageiros solicitando que não fossem para o aeroporto, que aguardassem um novo posicionamento.

E o que eles ganham com isso?

ECONOMIA dos prejuizos já gerados pela manutenção (eu sou bocuda e claro que perguntei. Segundo o Leonardo – em outro post eu conto dele – só de táxi gastaram 10 mil reais enviando os passageiros para o hotel).

“Mas, Dri, o que são 10 mil reais para uma companhia aérea?”

Bom, eu acredito que seja dinheiro, huahuahua, mas não pense pequeno. Se de táxi foram 10 mil, quanto não foi gasto de hotel? Estamos em 300 pessoas no voo, supondo que a galera não esteja viajando sozinha como eu, mas que em média estejam em duplas (casaizinhos, pai e filho, sei lá…), já seriam 150 quartos, com um custo de R$250 a diária (eu também perguntei e a diária no balcão era R$ 450. Com acordos entre hotel e cia aérea, imagino que consigam melhores valores, vamo seguir nos R$250)…

R$10 mil de táxi

+

R$37.500 de hotel

+ 

o almoço que rolou, porque só saimos às 17h! Cada um ganhou um voucher de R$35,00. Então podemos somar aí mais R$10.500.

as horas extras de todos os funcionários responsáveis pelo voo (esse merece outro post explicando). Estamos no Brasil, falando de uns 20 funcionário, no mínimo, sei lá… R$15mil de honorários (eles fazem 8 horas de trabalho normalmente, mas neste caso chegariam em 16 horas, com adicional noturno).


Eu paguei R$2.000 na passagem de ida (estamos falando apenas desse voo), vamos supor que todos pagaram, em média, a mesma coisa, sendo assim, totalizando R$600.000 (seissentos mil reais).

Só nessa minha estimativa tosca, vemos algo como um preju de 10% do que foi comercializado em passagens. Não me parece pouco para um voo que envolve muitos outros custos.

Aparentemente parece ser interessante fazer um modelo que ajude nisso. O modelo poderia reduzir esses 10% para 5%, por exemplo (e claro, se dados existirem e se o modelo for capaz de encontrar padrões). Isso em UMA aeronave… e quando fizermos a conta de todas as aeronaves da companhia?


“Oh Dri, mas isso foi um evento de intervenção na aeronave, deve ser raro, você acha que isso acontece sempre?”

Claro que eu não sei… não trabalho em empresa aérea… mas sem dúvida uma grande oportunidade para se aplicar nossos preciosos algorítmos! =]
Eu amo meu trabalho!

É, dá para dominar o mundo… e essa foi só mais uma vez em que meu cérebro entra em ação, quando na verdade deveria estar descansando… ai ai ai, esse sapeca!


beijos, vou tentar dormir… o Jet lag vai acabar comigo…